Sobre a New Creation TV

Sobre a New Creation TV

Iluminando O Mundo Com As Boas-Novas de Jesus, Uma Língua De Cada Vez

Um amor que conhece você pelo nome. Uma esperança que permanece firme durante a noite. Um perdão que o acolhe de braços abertos.

Muitos ao redor do mundo ainda não conheceram a beleza de Jesus e o que Ele fez na cruz — as Boas-Novas que nos tiram das trevas e nos levam para a luz.

É por isso que temos uma missão: compartilhar o evangelho em diferentes idiomas ao redor do mundo, para que ainda mais pessoas possam experimentar o grande amor que Ele tem por elas!

Jesus, Aquele Que Tira As Vidas Das Trevas

Desde curas sobrenaturais de enfermidades até libertação de vícios e restauração de relacionamentos, continuamos a ouvir relatos de pessoas em todo o mundo sobre como o encontro com Jesus transformou suas vidas.

Em diversas nações, o impacto que temos testemunhado por meio da nossa crescente presença digital e televisiva nos dá ainda mais motivos para prosseguir em nossa missão.

E sabemos que ainda há muito mais por vir!

Onde a New Creation TV está alcançando ao redor do mundo

Como o braço de missões globais da New Creation Church, nós possibilitamos que mais pessoas ao redor do mundo tenham um encontro com a Pessoa de Jesus, por meio do ministério do Pastor Joseph Prince:

Nosso Alcance

19

idiomas diferentes para os quais o evangelho é traduzido

190+

países e territórios onde a New Creation TV é transmitida e exibida por streaming

Deixe o evangelho iluminar a sua vida hoje, ao encontrar Jesus e a Sua incrível graça!

Sobre O Pastor Joseph E Wendy Prince

Uma das Principais Vozes da Revolução da Graça

Com mais de duas décadas de ministério em tempo integral, o Pastor Joseph Prince é hoje uma das principais vozes na proclamação do evangelho da graça ao redor do mundo, por meio de seus livros, materiais de ensino e ministério televisivo.

Autor de best-sellers como O Poder de Crer Corretamente (The Power of Right Believing), Destinados a Reinar (Destined To Reign) e Favor Imerecido (Unmerited Favor), o Pastor Prince também é um palestrante muito requisitado para conferências. Ele tem impactado líderes de igrejas ao redor do mundo, pregando o evangelho puro de Jesus com ousadia. É conhecido por ensinar a Palavra de Deus de uma forma inovadora, prática e reveladora, que sempre revela Jesus. Seu estilo de pregação, bem-humorado, dinâmico e envolvente, também conquistou um grande número de telespectadores que acompanham seu programa diário na televisão. Sua transmissão atualmente alcança milhões de lares na América do Norte, Europa, África, Austrália e Israel, tanto em redes seculares quanto cristãs.

O Senhor me disse,
Traga Meu Filho de volta para a igreja.
– Pastor Joseph Prince

Sob a liderança do Pastor Prince, a New Creation Church cresceu mais de cem vezes. Atualmente, ele serve à igreja em caráter voluntário.

Tendo construído e estabelecido a liderança e a congregação da New Creation Church sobre o alicerce seguro de Jesus Cristo, o Pastor Prince agora cumpre ativamente, ao redor do mundo, o mandato que Deus lhe deu: pregar o favor imerecido de Deus sem concessões. Ele lidera a Joseph Prince Ministries, Inc., uma organização internacional sem fins lucrativos que busca edificar, encorajar e inspirar pessoas com o evangelho de Jesus Cristo por meio de transmissões televisivas e novas tecnologias de mídia. O ministério do Pastor Prince como pastor, professor, palestrante de conferências e autor continua a transformar muitas vidas, libertando as pessoas do pesado jugo da lei, da culpa e da condenação ao apontá-las para Jesus e Sua obra consumada no Calvário.

O Pastor Prince acredita no melhor das pessoas e é comprometido em ajudá-las a descobrir como podem reinar na vida por meio da abundância da graça e do dom da justiça. Seu desejo é ajudar esta geração de crentes a compreender a nova aliança da graça e a reconhecer o quanto são grandemente abençoados, altamente favorecidos e profundamente amados por seu Pai celestial.

Wendy Prince

Esposa dedicada do Pastor Prince e mãe amorosa de Jessica Shayna e Justin David, Wendy Prince personifica a mulher virtuosa mencionada em Provérbios 31. Ela é uma fonte constante de amor e apoio para o Pastor Prince e se dedicou a criar Jessica Shayna e Justin David nos caminhos do Senhor. Sua humildade, ternura e amor genuíno por Deus e pelas pessoas a levaram a aconselhar e tocar muitas vidas.

Minha oração é que, como igreja, sejamos como Maria, assentados aos pés de Jesus, fazendo a única coisa que é realmente necessária — bebendo d’Ele e renovando, a cada dia, Seu amor e Sua graça.
– Wendy Prince

Sobre a New Creation Church

A New Creation Church é uma igreja local com sede em Singapura.

Nossa visão é ver Jesus em toda a beleza da Sua pessoa e na perfeição da Sua obra, e torná-Lo conhecido por meio da pregação do evangelho.

Na New Creation Church, acreditamos que somos os amados de Deus. Ele demonstrou isso ao entregar gratuitamente o melhor do céu, Seu único Filho Jesus, por você e por mim. Quando recebemos a revelação dessa verdade, somos transformados pela Sua graça de dentro para fora. Essa é a beleza de crer e viver no amor e na graça do nosso Pai celestial.

O Pastor Joseph Prince prega regularmente na New Creation Church de forma voluntária, e suas mensagens centradas em Cristo alcançam milhões de pessoas ao redor do mundo todos os dias.

Declaração de Não Afiliação

Exceto por aqueles especificamente mencionados em nosso site ou em nossa correspondência oficial, a New Creation Church não é afiliada a nenhuma igreja, ministério ou ministro, organização, movimento ou plataforma digital, seja local ou estrangeira. Qualquer indivíduo, igreja, organização ou grupo que afirmar ser afiliado à New Creation Church (e/ou ao Pastor Joseph Prince) o faz sem nosso conhecimento ou permissão e não nos representa.

Se você souber de qualquer indivíduo, igreja, organização ou grupo que esteja afirmando uma afiliação conosco (e/ou com o Pastor Joseph Prince) e/ou utilizando tal afirmação para arrecadar fundos ou divulgar seus eventos, por favor, nos informe imediatamente aqui.

Para saber mais sobre a New Creation Church, clique aqui.

No que Acreditamos

A New Creation Church é uma igreja local com sede em Singapura. Nossa visão é ver Jesus em toda a beleza da Sua pessoa e na perfeição da Sua obra, e torná-Lo conhecido por meio da pregação do evangelho. Convidamos você a aprender mais sobre os fundamentos da nossa fé e o que cremos a respeito da superação do pecado, o poder da graça, o arrependimento, a provisão de Deus, a Santa Ceia e a unidade da igreja para a qual Deus nos chamou em nossas declarações de fé, abaixo. Você também pode querer ler um artigo sobre  Graça Verdadeira x Graça Falsa.

Cremos e afirmamos o Credo dos Apóstolos e o Credo Niceno.

Cremos na autoridade da Bíblia como a Palavra de Deus. Acreditamos que toda a Escritura é divinamente inspirada por Deus e constitui o fundamento inabalável para uma doutrina sólida (2 Timóteo 3:16–17).

Cremos que há um só Deus, que existe eternamente em três pessoas — o Pai, o Filho e o Espírito Santo (Mateus 3:16–17, 2 Coríntios 13:14, Efésios 4:4–6).

Cremos na divindade do Senhor Jesus Cristo, em Seu nascimento virginal, em Sua vida sem pecado, em Seu poder para curar, em Seus milagres, em Sua morte expiatória através de Seu sacrifício na cruz, em Sua ressurreição corporal e em Sua ascensão à mão direita do Pai como nosso Sumo Sacerdote e Mediador. Acreditamos que o Senhor Jesus voltará novamente, assim como prometeu (João 14:2–3, Mateus 24:30).

Cremos que o batismo em água é uma expressão externa da nossa fé, demonstrando a identificação do crente com a morte, sepultamento e ressurreição do nosso Senhor Jesus (Atos 8:12, Romanos 6:4).

Cremos que o Espírito Santo é nosso Consolador. Ele nos guia em todas as áreas de nossas vidas (João 14:26, KJV). Acreditamos no batismo no Espírito Santo, com a evidência de orar no Espírito (Atos 2:1–4). Acreditamos nos nove dons do Espírito e nos nove atributos do fruto do Espírito (1 Coríntios 12:7–11, Gálatas 5:22–23).

Cremos nas Boas Novas de que Deus amou o mundo de tal maneira que deu Seu Filho Unigênito, Jesus, para que todo aquele que n'Ele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Pois Deus não enviou Seu Filho ao mundo para condenar o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por meio d'Ele (João 3:16–17). Cremos que somos chamados a levar estas Boas Novas — o evangelho da graça — a todas as nações (Atos 20:24).

Cremos que Jesus é o caminho, a verdade e a vida (João 14:6). Todos os que invocarem o nome do Senhor Jesus serão salvos (Romanos 10:13). A Bíblia nos diz: “Se você confessar com a boca o Senhor Jesus e crer no coração que Deus o ressuscitou dentre os mortos, será salvo. Pois com o coração se crê para a justiça, e com a boca se faz confissão para a salvação” (Romanos 10:9–10).

Cremos que o pecado nos separou de um Deus santo e que a penalidade pelo pecado é a morte. Romanos 6:23 nos diz: “Porque o salário do pecado é a morte”. A boa notícia é que Romanos 6:23 não termina aí. Continua dizendo: “Mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor”. Em Cristo, “temos a redenção pelo Seu sangue, o perdão dos pecados, de acordo com as riquezas da Sua graça” (Efésios 1:7). A Bíblia também nos diz: “Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” (1 João 1:9). Portanto, é essencial que, quando alguém se torna crente em Jesus Cristo, reconheça seus pecados, compreenda a necessidade de um Salvador e tome uma decisão pessoal de receber Seu perdão completo por todos os seus pecados.

Cremos que, como crentes nascidos de novo em Jesus Cristo, somos chamados a viver vitoriosamente sobre o poder do pecado e a “andar de maneira digna do Senhor, agradando-lhe em tudo, frutificando em toda boa obra e crescendo no conhecimento de Deus” (Colossenses 1:10). Acreditamos que o pecado é sempre acompanhado de consequências destrutivas. Isso não é resultado da punição de Deus contra os crentes, mas sim das próprias consequências destrutivas do pecado. Para ilustrar, um crente pode exercer sua livre escolha e colocar a mão em um fogo aberto. A consequência destrutiva é resultado da escolha proativa dessa pessoa, e não de um castigo de Deus.

Cremos que a graça é uma professora que ensina os verdadeiros crentes a rejeitar a impiedade e os desejos mundanos. A Bíblia é muito clara ao afirmar: “a graça de Deus, que traz salvação, apareceu a todos os homens, ensinando-nos que, rejeitando a impiedade e os desejos mundanos, devemos viver de forma sensata, justa e piedosa nesta era” (Tito 2:11–12). A graça não é uma licença para pecar. Qualquer pessoa que faça essa alegação falsa para justificar suas próprias escolhas de vida não compreende o evangelho da graça e não representa aquilo em que acreditamos.

Cremos que o pecado não terá domínio sobre os crentes que possuem uma revelação precisa do evangelho da graça e que assumem sua identidade justa em Cristo. Romanos 6:8, 12–14 deixa isso claro: “Ora, se já morremos com Cristo, cremos que também viveremos com Ele... Portanto, não deixem que o pecado reine em seu corpo mortal, de modo que vocês obedeçam aos seus desejos. E não apresentem os vossos membros como instrumentos da injustiça ao pecado, mas apresentem-se a Deus como vivos dentre os mortos, e os vossos membros como instrumentos da justiça a Deus. Pois o pecado não terá domínio sobre vocês, porque vocês não estão debaixo da lei, mas da graça.”

Pois o pecado não os dominará, porque vocês não estão debaixo da lei, mas debaixo da graça. (Romanos 6:14)

Cremos que o bom fruto do evangelho da graça levará a uma vida vitoriosa sobre o pecado, a belos casamentos, a famílias fortes, a uma generosidade genuína e a crentes nascidos de novo que reinam em todas as áreas de suas vidas para a glória de Deus. Romanos 5:17 nos diz: “Muito mais os que recebem a abundância da graça e do dom da justiça reinarão em vida por um só, Jesus Cristo.”

Cremos que os verdadeiros crentes nascidos de novo não estão procurando uma desculpa para pecar. Como poderiam, se foram impactados pelo amor e pelo sacrifício de Jesus? Acreditamos que eles buscam um caminho para sair do pecado e da prisão do medo, da culpa e da condenação. Observamos que, quanto mais proclamamos a incrível graça de Deus e Seu amor incondicional, mais recebemos testemunhos de pessoas ao redor do mundo que foram libertas da pornografia, do alcoolismo, das drogas e da imoralidade sexual. Esse é o poder do evangelho da graça. Quando Jesus é pregado, o pecado perde o poder de dominar a vida das pessoas e ocorre o verdadeiro arrependimento.

Cremos que, hoje, estamos sob a nova aliança da graça. “Porque a lei foi dada por meio de Moisés, mas a graça e a verdade vieram por meio de Jesus Cristo” (João 1:17). A antiga aliança da lei foi dada por meio de um servo. Graça e verdade vieram por meio do Filho. A lei fala sobre como o homem deve ser. A graça revela quem Deus é para o homem. No primeiro milagre de Moisés, ele transformou água em sangue, resultando em morte. No primeiro milagre da graça, Jesus transformou água em vinho, resultando em vida e celebração. A letra mata, mas o Espírito vivifica (2 Coríntios 3:6). Sob a lei, Deus exige justiça do homem espiritualmente falido. Mas sob a graça, Deus provê a justiça como um presente (2 Coríntios 5:21, Romanos 5:17).

Cremos que, por meio da cruz do Calvário, todos os que creem em Jesus e O reconhecem como seu Senhor e Salvador estão sob a nova aliança da graça. Sob a lei, Deus disse que de modo algum inocentaria o culpado, mas visitaria o pecado até a terceira e quarta gerações (Êxodo 34:7). Sob a graça, Deus declara: “Serei misericordioso para com suas iniquidades, e de seus pecados e de suas iniquidades não me lembrarei mais” (Hebreus 8:12). A lei é centrada no homem, enquanto a graça é centrada em Jesus. A lei foca no que precisamos fazer para sermos justificados. A graça foca totalmente no que Jesus já fez para a nossa justificação. Sob a lei, somos desqualificados pela nossa desobediência. Sob a graça, somos qualificados pela obediência de Jesus. Sob a lei, somos feitos justos quando agimos corretamente. Sob a graça, somos feitos justos quando cremos corretamente (Romanos 4:3–8).

Porque a lei foi dada por Moisés; a graça e a verdade vieram por Jesus Cristo.
(João 1:17)

Cremos que os Dez Mandamentos são santos, justos, gloriosos e bons, e temos o mais alto respeito e honra pela perfeita lei de Deus. Acreditamos que os Dez Mandamentos possuem um padrão tão puro e exigências tão inflexíveis em sua santidade que, como está escrito em Gálatas 3:11, “diante de Deus ninguém é justificado pela Lei”. A justificação diante de Deus só pode vir pela fé em Cristo: “Sabemos que o homem não é justificado pelas obras da lei, mas sim pela fé em Jesus Cristo; assim, nós também cremos em Cristo Jesus para sermos justificados pela fé em Cristo, não pelas obras da lei, porque pelas obras da lei ninguém será justificado… Pois, por meio da lei, morri para a lei, a fim de viver para Deus. Estou crucificado com Cristo. Assim, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim. A vida que agora vivo no corpo, vivo‑a pela fé no Filho de Deus, que me amou e se entregou por mim. Não anulo a graça de Deus, pois, se a justiça vem pela lei, Cristo morreu em vão” (Gálatas 2:16, 19–21).

Cremos que os crentes que foram transformados pelo poder da graça do Senhor desejarão cumprir e preservar as excelências morais, os valores e as virtudes expressos nos Dez Mandamentos. A verdadeira graça produz verdadeira santidade. Como proclamou o apóstolo Paulo: “O amor não pratica o mal contra o próximo; portanto, o amor é o cumprimento da lei.” (Romanos 13:10)

Cremos que o povo de Deus, sob a graça, não apenas cumpre a letra da lei, mas, em Cristo, vai além e percorre a segunda milha. Por exemplo, a lei pode apenas ordenar que alguém não cometa adultério, e, embora uma pessoa possa obedecer a essa lei externamente, é possível que, interiormente, ainda não tenha amor pelo seu cônjuge. A graça não trata apenas da superfície ou da modificação do comportamento externo, mas vai mais fundo. Ela ensina o homem a amar sua esposa como Cristo amou a igreja e a construir um belo casamento, fundamentado no poder da cruz. Esse é o poder transformador da graça de Deus. O poder de amar e viver uma vida moralmente digna vem, antes de tudo, de experimentar o amor mais íntimo do Senhor por nós (1 João 4:19). Ao experimentar a graça abundante de Deus, a pessoa não apenas deixa de cobiçar o que pertence ao próximo, mas recebe o poder de ser generosa com ele e com sua comunidade. Acreditamos que foi exatamente isso que aconteceu com Zaqueu, depois de experimentar a graça de Deus em primeira mão. Ele declarou: “Olha, Senhor! Darei a metade dos meus bens aos pobres e, se de alguém extorqui alguma coisa, devolverei quatro vezes mais.” (Lucas 19:8)

Cremos que é essencial compreender o significado original da palavra grega para “arrependimento”, e não apenas a tradição de realizar penitências externas. A palavra grega para “arrependimento” é metanoia, que significa “mudança de mente”. O arrependimento que envolve uma verdadeira mudança de mente vai além de simples expressões externas de arrependimento. Uma pessoa pode parecer externamente arrependida, até chorar amargamente, e ainda assim não experimentar libertação do pecado. O verdadeiro arrependimento (metanoia) fala de uma contrição genuína, de um reconhecimento do erro e de um real desejo interior de se afastar do pecado e voltar à graça, ao ter uma revelação da cruz (2 Coríntios 7:9–10).

Cremos que só é possível experimentar o verdadeiro arrependimento e ser liberto do pecado por meio da fé na eficácia da obra consumada do nosso Senhor Jesus. Acreditamos que, se um crente caiu em pecado e está lutando com um hábito pecaminoso, é essencial que ele tenha uma mudança de mente e creia, pela fé, que até mesmo esse pecado já foi punido no corpo de Jesus. Assim, deve começar a receber novamente o perdão de Deus, o favor imerecido de Deus e a justiça de Deus para vencer essa fraqueza. Encorajamos todos que falharam a não fugir do Senhor Jesus, mas sim a correr para Ele. Jesus é a solução, a resposta e a vitória sobre o ciclo destrutivo do pecado (Romanos 5:17).

Se pela transgressão de um só a morte reinou por meio dele, muito mais aqueles que recebem de Deus a imensa provisão da graça e a dádiva da justiça reinarão em vida por meio de um único homem, Jesus Cristo. (Romanos 5:17)

Cremos na santificação progressiva. No momento em que recebemos Jesus como nosso Senhor e Salvador, fomos perdoados, purificados, aperfeiçoados em justiça e salvos. Também fomos santificados em Cristo (Hebreus 10:10). No entanto, é importante compreender que a revelação e a manifestação da nossa santificação em Cristo são progressivas. Como crentes, não podemos nos tornar mais justos, mas podemos nos tornar mais santificados ou santos em relação à maneira como vivemos. Em outras palavras, embora o crente tenha sido justificado e tornado justo pelo sangue de Jesus, de uma vez por todas, a santificação é um processo contínuo no crescimento cristão. Quanto mais alguém cresce na graça e em seu relacionamento com o Senhor — quanto mais é lavado repetidamente pela água da Palavra da graça de Deus — mais cresce em santificação e santidade. É por isso que o autor do livro de Hebreus diz que “estamos sendo santificados”, mesmo já tendo sido “aperfeiçoados para sempre” pelo único ato de obediência de Cristo na cruz (Hebreus 10:14).

Cremos que “Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção e para a instrução na justiça” (2 Timóteo 3:16). Estamos, portanto, alertas a qualquer "ensino da graça" falsificado que diga que comportamento, disciplina, correção e vida correta não são importantes. A revelação do perdão não diminui, nem é em detrimento da vida correta. Pelo contrário, ela é o combustível que faz a vida correta acontecer. Contudo, é vital que saibamos que o Senhor jamais nos corrigirá com acidentes trágicos, enfermidades e doenças. A Bíblia nos diz: "Pois o Senhor corrige quem ele ama, assim como o pai corrige o filho a quem ele quer bem" (Provérbios 3:12, NVT).

Cremos que o coração do nosso Pai celestial é prover para Seus filhos, assim como nós, que somos pais terrenos, desejamos prover para os nossos. Nosso Senhor Jesus expressou o coração do Pai no Sermão do Monte, quando disse: “Portanto, não andeis preocupados, dizendo: ‘O que comeremos?’, ou ‘O que beberemos?’, ou ‘Com que nos vestiremos?’ Porque os gentios é que buscam todas essas coisas. Pois o vosso Pai celestial sabe que necessitais de todas elas” (Mateus 6:31–32). No entanto, embora o nosso Pai celestial deseje que Seus filhos tenham provisão abundante e experimentem verdadeiro sucesso (2 Coríntios 9:8; Josué 1:8; Salmos 1:1–3), Ele não quer que Seus filhos sejam consumidos pelo materialismo nem obcecados pela busca do dinheiro (Eclesiastes 5:10; Mateus 6:24).

O apóstolo Paulo deixa isso claro em sua carta a Timóteo, quando escreve: “De fato, a piedade com contentamento é grande fonte de lucro, pois nada trouxemos para este mundo e dele nada podemos levar; por isso, tendo o que comer e com que vestir-nos, estejamos com isso satisfeitos. Os que querem ficar ricos caem em tentação, em armadilhas e em muitos desejos descontrolados e nocivos, que levam os homens a mergulharem na ruína e na destruição, pois o amor ao dinheiro é raiz de todos os males. Algumas pessoas, por cobiçarem o dinheiro, desviaram-se da fé e se atormentaram a si mesmas com muitos sofrimentos. Você, porém, homem de Deus, fuja de tudo isso e busque a justiça, a piedade, a fé, o amor, a perseverança e a mansidão” (1 Timóteo 6:6–11). Cremos que nossa prioridade deve ser buscar, antes de tudo, o Senhor Jesus em todas as coisas, fazendo dEle — e não da busca por dinheiro ou sucesso mundano — o centro de nossas vidas. Quando colocamos nossa confiança nEle, as Suas bênçãos nos acompanham. Cremos que as bênçãos, a prosperidade e o bom êxito que vêm do Senhor são integrais, não apenas materiais ou financeiras, e começam com a prosperidade da alma (3 João 1:2).

Amado, oro para que você tenha boa saúde e tudo lhe corra bem, assim como vai bem a sua alma. (3 João 1:2)

Cremos que pessoas que vivem debaixo da graça têm um espírito de generosidade, doando livremente seu tempo, energia e recursos financeiros para apoiar, amar e cuidar dos menos favorecidos. Como igreja, participamos ativamente e contribuímos generosamente com diversas iniciativas locais, bem como com esforços humanitários em diferentes partes do mundo. Àqueles que possuem maior prosperidade financeira, incentivamos a seguir o conselho do apóstolo Paulo: “Ordene aos que são ricos no presente mundo que não sejam arrogantes, nem ponham sua esperança na incerteza da riqueza, mas em Deus, que de tudo nos provê ricamente, para a nossa satisfação. Ordene-lhes que pratiquem o bem, sejam ricos em boas obras, generosos e prontos para repartir. Dessa forma, eles acumularão um tesouro para si mesmos, um firme fundamento para a era que há de vir, e assim alcançarão a verdadeira vida” (1 Timóteo 6:17–19). Não seguimos o que tem sido chamado de “evangelho da prosperidade”, nem ensinamos que todos os crentes serão muito ricos. Não promovemos ganância, materialismo, avareza ou o amor ao dinheiro. Pelo contrário, ensinamos que os crentes são abençoados para serem uma bênção para os outros (Gênesis 12:3; 2 Coríntios 9:8).

Cremos que a Santa Ceia comemora a morte do Senhor, e participamos da Santa Ceia em memória d'Ele (1 Coríntios 11:24–25). A Santa Ceia também é conhecida como Eucaristia, termo derivado da palavra grega eucharistia, que significa “ação de graças”. Na cruz, “Ele foi traspassado pelas nossas transgressões, esmagado por nossas iniquidades; o castigo que nos trouxe a paz estava sobre Ele, e pelas Suas feridas fomos curados” (Isaías 53:5). Ao lembrarmos e honrarmos a morte do Senhor, participando da Santa Ceia com fé, expressamos gratidão e recebemos novamente tudo o que Ele conquistou por nós na cruz, o que inclui saúde, plenitude e paz. Unimo-nos ao salmista para proclamar, com gratidão em nossos corações: “Bendiga ao Senhor, ó minha alma, e todo o meu ser bendiga o seu santo nome! Bendiga ao Senhor, ó minha alma, e não se esqueça de nenhuma das suas bênçãos! Bendize, ó minha alma, ao SENHOR, e tudo o que há em mim bendiga o seu santo nome. É ele que perdoa todas as tuas iniquidades e sara todas as tuas enfermidades; quem redime a tua vida da perdição e te coroa de benignidade e de misericórdia; quem enche a tua boca de bens, de sorte que a tua mocidade se renova como a águia” (Salmos 103:1–5).

Cremos em participar da Santa Ceia coletivamente, como um só corpo em Cristo, todos os domingos, seguindo a tradição da igreja primitiva descrita no livro de Atos. A Bíblia nos diz que “no primeiro dia da semana... os discípulos se reuniram para partir o pão” (Atos 20:7).

Cremos que somos chamados a ser como a igreja primitiva descrita no livro de Atos, que "perseverava na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, no partir do pão e nas orações" (Atos 2:42). A igreja primitiva tinha uma profunda revelação sobre o significado, a importância e o poder da Santa Ceia. Por isso, eles não participavam dela apenas ocasionalmente. Na verdade, a Bíblia nos diz que “adoravam juntos no Templo diariamente, reuniam-se nos lares para comer e partiam o pão com grande alegria e generosidade” (Atos 2:46, NVT).

Adoravam juntos no Templo diariamente, reuniam-se nos lares para comer e partiam o pão com grande alegria e generosidade. (Atos 2:46, NVT)

Cremos que toda vez que participamos da Santa Ceia, seja em um culto coletivo na igreja ou "de casa em casa" como na igreja primitiva (Atos 2:46), devemos examinar a nós mesmos para garantir que participamos de uma maneira que seja digna da Ceia do Senhor. Participar de maneira digna significa fazê-lo com uma revelação de Sua obra consumada, reconhecendo que não estamos participando de uma refeição comum, mas de uma que é santa e separada. Significa que devemos participar com nossa fé centrada no nosso Senhor Jesus, estando sempre conscientes de que, ao participarmos do pão, lembramos que Seu corpo foi partido para que o nosso fosse são (1 Coríntios 11:24, Isaías 53:5). E, ao participarmos do cálice, lembramos que Seu sangue foi derramado para o perdão e a remissão de todos os nossos pecados (Mateus 26:28, Colossenses 2:13).

Cremos que, embora existam diferentes práticas e crenças entre as diversas denominações cristãs ao longo da história da igreja, ainda assim podemos ter comunhão de forma harmoniosa como parte do corpo de Cristo e estar unidos em torno das doutrinas cristãs fundamentais essenciais, conforme articulado no Credo dos Apóstolos e no Credo Niceno (1 Coríntios 12:12, Efésios 4:3).

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